O Brasil registrou 6,9 milhões de tentativas de fraude no primeiro semestre de 2025 — uma a cada 2,3 segundos, segundo o Indicador de Tentativas de Fraude da Serasa Experian. Mais da metade delas foi direcionada a bancos e emissores de cartões. E o perfil do ataque mudou: deepfakes, identidades sintéticas e golpes de engenharia social já não são exceção, são rotina no sistema financeiro.
Nesse cenário, a biometria facial deixou de ser diferencial e virou infraestrutura. Mas há uma diferença decisiva entre usá-la como uma camada passiva de verificação, aplicada uma única vez no onboarding, e usá-la como parte de um processo ativo de validação ao longo de toda a jornada do cliente — especialmente quando combinada ao videoatendimento.
É essa diferença que o e-book Biometria Facial e Videoatendimento explica em detalhe.
O que você vai encontrar no e-book:
- Como a biometria facial funciona na prática
- Os principais golpes que ameaçam sua operação hoje e o que todos eles têm em comum.
- Onde aplicar biometria nos momentos certos da jornada
- Por que o videoatendimento com biometria cobre a lacuna que soluções passivas deixam em aberto
- O que a LGPD e o STJ dizem sobre a responsabilidade da sua empresa
Baixe o e-book gratuito e entenda como blindar cada etapa da jornada do seu cliente.
